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ILHA DO BANANAL

Depoimentos

O Jalapão é um lugar mágico repleto de atrativos surpreendentes. No decorrer da expedição tive a certeza que tinha acertado na escolha da empresa, a atenção, o respeito e o cuidado com o cliente não ficou só na pré-venda. Rodamos em um carro super confortável e bem cuidado e fomos guiados pelo Bena

Darlan Amorim
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Ilha do Bananal A Maior Ilha do Mundo

A Ilha do Bananal é considerada um dos santuários ecológicos mais importantes do Brasil. Por estar na faixa de transição entre a Floresta Amazônica e o cerrado, possui fauna e flora bastante diversificadas.

A fauna tem espécies comuns ao Pantanal Mato-Grossense, como a onça-pintada, boto, uirapuru, garça-azul e tartaruga da Amazônia. Na flora destacam-se vários gêneros de orquídeas terrestres, a maçaranduba, piaçava e canjerana.

Na vegetação predominam os campos, conhecidos na região pelo nome de varjões. Aparecem ainda o cerrado, a mata seca de transição, as matas ciliares de igapó, vegetação das encostas secas e vegetação dos bancos de areia.

Na ilha do Bananal predomina o clima tropical quente e semiúmido, com temperatura máxima de 38°C nos meses de agosto a setembro e mínima de 22°C em julho.

Duas estações são nitidamente marcadas na ilha, o verão que vai de novembro a abril, em que predominam as chuvas, e o inverno que vai de ma

io a outubro onde ocorre o período da seca.

A umidade relativa do ar registrada nas estações mais definidas gira em torno dos 60% no mês de julho e 80% na época chuvosas.

Durante os meses de janeiro a março, época de cheia do Rio Araguaia, parte da ilha do Bananal permanece inundada. As chuvas desse período correspondem a cerca de 50% do total anual.

Você conhece a Ilha do Bananal no Tocantins? Aguarde que hoje vou apresentar para você um lugar maravilhoso de se fazer um belo turismo.Tudo começa com o sol adorado por muitas civilizações milenares é o símbolo para os índios da Ilha do Bananal.O caminho que o astro rei traça no céu, desde a alvorada até o ocaso é compreendido pelos indígenas como a saga da própria vida entre os extremos do nascimento e da morte.

Ninguém sabe ao certo de onde, quando e como os índios chegaram a Ilha do Bananal, já estavam aqui quando os colonizadores europeus vieram do litoral desbravando matas e rompendo limites atrás de riqueza e poder.

O ciclo que a natureza quase intacta da Ilha do Bananal cumpre a cada dia e, que os índios gostam de representar em pinturas espalhadas pelo corpo. Um dos vários costumes primitivos ainda preservados pelas tribos Karajá e Javaé.

Ilha do Bananal é a maior ilha fluvial do mundo, com uma imensa área de mais de 20.000 Km², do sul do oeste do Estado do Tocantins, na divisa com Mato Grosso e Goiás.

A Ilha do Bananal fica bem no meio da bacia do rio Araguaia, faz parte da Amazônia legal, é classificada pela UNESCO como reserva da Biosfera.

Do extremo sul ao extremo norte, a Ilha do Bananal se estende por 350 km, quase a distância entre o Rio de Janeiro e São Paulo.

Grandiosidade da ilha do Bananal e, pelo final da década de 50 despertou o interesse do então presidente Jucelino kubichek, ele instalou o Parque Nacional do Araguaia, um dos primeiros do país. O Turismo no Tocantins só fica completo quando se visita a ilha e tem contato com a cultura indígena.

Turismo na Ilha do Bananal

Na época já se pensava na preservação da riqueza natural, uma imensidão de terra, água, plantas e bichos, para onde se olha ha uma composição de paisagens deslumbrantes.

Hoje a Ilha do Bananal está dividida, o parque foi reduzido a um terço do território, ocupa apenas o extremo norte, o restante da Ilha do Bananal fica a reserva indígena do Araguaia, habitada por cerca de 2500 índios, são dezenove aldeias que se espalham ao longo dos dois rios que limitam a ilha do Bananal.

No oeste vivem os Karajá junto ao rio Araguaia, as margens do javaés, do outro lado da ilha vivem os índios que deram o nome ao rio.

Um dos acessos a ilha do Bananal fica no município de Lagoa da Confusão, a 230 km de Palmas a capital do estado. O povo acredita que os antepassados viviam no fundo do rio Javaés, na forma de um peixe da região o Aruanã.

Um dia um índio encontrou um buraco que dava passagem para ilha do Bananal, viu as belezas do lugar e convenceu outros índios a viver na ilha, mais o líder de uma das tribos viu uma arvore seca caída no chão e, alertou o resto do povo sobre os perigos da ilha.

O ritual Aruanã é um momento especial em que os espíritos dos índios perfeitos que ainda vivem no fundo do rio visitam a aldeia. Tudo começa com o preparativo para o Aruanã,  a tinta é feita de jenipapo, carvão e agua que é utilizada para pintura do corpo.

O começo do ritual é envolvido num clima de mistério, os indígenas vestem as mascaras para dança do Aruanã dentro de uma cabana afastada do restante da aldeia, uma preparação que nunca pode ser vista por crianças e mulheres.

Os homens da tribo saem da cabana vestidos com roupas e endereços confeccionados a mando do pajé, cada um representa um dos Aruanãs que o líder religioso diz ter avistado no fundo do rio.

A dança é em respeito aos ancestrais pode durar de alguns dias até meses. A participação das mulheres é bem limitada e, os homens dançam com as cabeças cobertas para não serem identificados.

Só as mulheres que preparam a comida para os Aruanãs, mas não entregam pessoalmente apenas um homem pode levar o alimento para dentro da oca, se alguma mulher desrespeitar as tradições poderá ser expulsa da aldeia ou até mesmo ser morta.

Desde cedo os costumes indígenas são repassados  as crianças pelos pais, esse é oxigênio que mantem a tradição.

Mais a cultura dos homens brancos é passada para os indiozinhos, através das escolinhas que vai do pré a quarta série, os mais novos chegam falando o idioma que aprenderam em casa e, é na língua indígena que os professores ensinam o português.

A primeira lição é a alfabetização, assimilar as primeiras lições é fundamental para que as novas gerações possam dar continuidade aos estudos e nunca parar. A educação é a arma pacífica que o indígena, precisa para se defender do que ha de ruim nas influencias do homem branco.

Na aldeia São João, as mulheres cuidam dos filhos, da comida, do artesanato e confeccionam enfeites com sementes, penas coloridas, dentes de animais e folhas de buriti.

As peças podem ser vendidas aos visitantes e principalmente nas cidades vizinhas, onde se misturam as pequenas esculturas de argila feitas pelos Karajá que habitam o outro lado da ilha do Bananal.

O artesanato gera renda, mas não o bastante para os sustentos dos índios. A caça e a pesca ainda são as principais atividades nas aldeias, muitas vezes são usadas as redes, proibida em toda região da ilha do Bananal, mais a pesca do índio não é predatória, só pescam o que irão comer.

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